DistribuiçãoJogoCompetição
Construção em jogo com saída obrigatória curta
Forçar a decisão de sair curto sob pressão real de jogo, com atacantes a condicionar a linha de passe e a consequência de perder a bola perto da própria baliza.
Escolhe a sessão e o exercício fica integrado no plano do dia.
Carga
- minutos
- 14
- mergulhos/série
- 1
- Séries e repetições
- 3 × 1
- Intensidade
- Alta
mergulhos por série, por guarda-redes
Dias do microciclo em que serve
MD+2, MD-3
A altura de cada barra é o teto de mergulhos desse dia.
Montagem
- Guarda-redes
- 1
- servidor
- 0
- jogador de campo
- 6
Espaco: 30 × 26 m
Material: Bolas, Coletes, Cones, Baliza completa
O treinador assume o servico e controla as pausas.
1 passos
Dois centrais recebem do guarda-redes com atacantes a pressionar em número crescente. Se a equipa perde a bola na construção, os atacantes atacam a baliza de imediato.
Sequência do exercício
Pontos de coaching
- A decisão do lado de saída é tomada antes de a bola chegar ao guarda-redes, pela leitura da pressão em cada central.
- Sob pressão real, o passe é mais firme e mais rasteiro do que num exercício analítico — a bola tem de resolver a pressão, não só chegar.
- Se as duas linhas de passe curtas estiverem fechadas, a decisão seguinte é bola direta, não forçar o curto a qualquer custo.
- Depois de perder a bola, o primeiro instinto é reduzir o ângulo de imediato, não protestar a decisão.
Progressões
- Pressão desde o apito da reposição, sem esperar a bola sair da área.
- Reduzir para um central disponível.
Regressões
- Atrasar a pressão dos atacantes até a bola sair claramente da área.
- Permitir três toques na construção.
Fundamentação · 2
- Livro«Coaching the Complete Goalkeeper» — metodologia holandesa
- CurrículoRegulamento do Curso UEFA de Treinadores de Guarda-Redes «B», Federação Portuguesa de Futebol